5 erros comuns em web design que podem prejudicar um site

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Quando estamos criando um site temos que prestar atenção a muitos fatores para poder garantir seu destaque entre tantos outros. Alguns fatores e variáveis dependem muito do público ao que está enfocado, outros mais do cliente, e alguns do objetivo do site.

Logicamente não é a mesma coisa desenhar o site de uma escola do nosso bairro que criar um blog com o objetivo de atingir a milhares de pessoas no mundo todo. A velocidade, a distribuição do conteúdo, a existência de publicidade, os widgets de redes sociais… são muitos assuntos que devemos analisar antes de começar o trabalho, mas tem vários erros que devemos evitar em todos os trabalhos, independentemente do público que queiramos atingir.

1 – Ignorar o Google: Se não especificamos o contrário, o Google vai nos encontrar, e isso nem sempre é bom. Receber milhares de visitas de Lisboa em um site de um negócio local pode afetar a velocidade e aos recursos do nosso servidor, motivo pelo qual é muito importante que analisemos com detalhe onde queremos chegar e especifiquemos ao Google onde queremos ser lidos. No Google para Webmaster podemos informar muitas variáveis relacionadas com este assunto, e no Google Maps podemos especificar como queremos ter presença na plataforma, e isso deve ser feito para conseguir muitas visitas e para limitar o número de usuários caso seja necessário.

2 – Usar imagens protegidas por direitos de autor. Um dos principais erros é acreditar que todas as fotos que vemos na Internet são de livre uso, mas a verdade é que não são. Existem plataformas com imagens gratuitas, como pixabay, e outras que ajudam a gerenciar as fotos, como Wix Pro Gallery, mas sempre é importante ter a certeza absoluta de que as imagens que estamos usando não tem copyright. Ou são copyleft (grátis sem necessidade de mencionar ao autor) ou são Creative Commons para uso comercial (podemos usá-las, mas mencionando o autor), se são copyright deveremos realizar o pagamento correspondente antes de adotá-las como nossas.

3 – Ignorar as plataformas de criação de sites: Hoje não é necessário ter grandes conhecimentos de programação e desenho para criar um site profissional. Wix, por exemplo, oferece uma plataforma para fazer site grátis de forma simples. Apenas temos que nos cadastrar, escolher os templates e definir o que queremos mostrar ao mundo, sem ter que nos preocupar com a hospedagem ou a programação. Conta com a facilidade de ser adequado a todos os públicos e negócios por possuir estilos diferentes já pré-configurados. Para fazer as adaptações, basta arrastar e soltar e acrescentar material próprio como fotos, vídeos e até eventos usando seus aplicativos Wix Events, o Wix Pro Gallery e o Wix Video, entre outros. Dentro da mesma plataforma é possível criar inclusive lojas virtuais, com sistema de pagamento incluído, o que ajuda a desenvolver um negócio sem investimento inicial.

4 – Ignorar as tendências de cores e tipografias. É difícil prever os caminhos que o design mundial seguirá a cada ano, já que nesta área existe uma constante transformação. As tendências vão sempre em busca da melhor forma de interagir com os usuários e conseguir mais adeptos aos sites. Mas é preciso estar antenado pois nem sempre o que foi usado em um ano é ideal para o próximo. Em 2017 despontou a tendência de sites mais coloridos que exploram tipografias diferenciadas. Lembrando que a paleta de cores escolhida deve seguir o estilo que reflita a cara do seu site. Portanto fazer um estudo das tendências e trocar a cor e tipografia do seu site, não requer tanto trabalho e pode trazer resultados impressionantes para os acessos à página, que no final acabam se convertendo em fidelização de clientes e lucro.

5 – Esquecer dos celulares e tablets. Infelizmente por mais que pareça absurdo, ainda existem muitos sites e plataformas que não estão desenhadas pensando na visualização em diferentes telas. Atualmente já é comprovado que mais da metade do tráfego de internet é feito pelo celular, muitos aproveitam para navegar no deslocamento ao trabalho, durante uma espera e no tempo livre, longe dos computadores. Os usuários de Smartphones se multiplicam a uma velocidade exponencial. Por isso, ao construir um site não podemos esquecer de testar o layout em diferentes dispositivos, ajustar tamanho de fontes, verificar as imagens, testar a velocidade do site no computador e no smartphone (ninguém gosta de esperar muito para ver uma tela aparecer) mas principalmente alterar o tamanho do navegador para ver se o site se adapta aos dispositivos mobile. Wix já faz um tempo que permite aos usuários criarem sites responsivos, ou seja que mudam sua disposição e aparência em função da tela em que é exibido, de forma a permitir que a experiência de quem está navegando, seja no computador ou num smartphone, possa ser agradável. Na tela pequena o template se reorganiza mostrando as características principais em primeiro lugar, permitindo assim a fidelização do usuário.

Recursos para ajudar as crianças a se iniciarem no mundo da programação

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Hoje em dia a programação está cada vez mais valorizada no mundo profissional. Certamente, com o passar dos anos, saber programar será cada vez mais importante. Por isso, é normal que os pais queiram que seus filhos tenham contato com o mundo da programação cada vez mais cedo. Felizmente, a Internet está repleta de recursos que facilitam essa tarefa. Pensando nisso, resolvemos mostrar aqui algumas das melhores alternativas tanto para crianças quanto para quem está querendo entrar no mundo da programação.

Swift Playgrounds

Para usuários de iPad, Swift Playgrounds é um aplicativo com o qual a Apple pretende facilitar a iniciação ao mundo da programação pelas mãos de Swift, a linguagem de programação que a empresa apresentou em 2014. Tal como podemos ver na imagem, o aplicativo permite ver em tempo real o resultado de nosso código, o que é um grande ponto a favor para principiantes. Swift Playgrounds conta com diferentes lições para aprender tudo relacionado a funções, bucles, parâmetros, variáveis e correção de erros.

Scratch

Scratch

Desenvolvida por MIT Media Lab, Scratch é um aplicativo amplamente utilizado na hora de oferecer um primeiro contato com a programação. Scratch é uma linguagem de programação, por isso, podemos utilizá-lo para criar programas básicos, animações e jogos. Tudo isso através de uma interface colorida e simples que promove o uso de blocos para nos ajudar a entender os conceitos básicos de programação. Embora esteja desenhada para crianças de 8 a 16 anos, a plataforma é recomendável para todo tipo de usuário.

CodeCombat

CodeCombat

Desenhado para crianças aprenderem a programar enquanto jogam, CodeCombat é uma plataforma para aprender conceitos e fundamentos da programação de uma forma divertida e intuitiva, começando pela sintaxe, métodos, bucles e variáveis. A medida que vamos avançando no jogo entraremos em matérias cada vez mais complexas. Sem dúvida, se trata de uma ferramenta muito interessante.

Via: Wwwhats new

Google permite denunciar conteúdo falso diretamente do buscador

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E os grandes meios continuam na luta contra a epidemia de notícias falsas, apresentando constantemente novos recursos para ajudar nessa árdua tarefa, embora a maioria deles dependa da colaboração dos leitores, já que até o momento nenhum sistema de inteligência artificial ainda é capaz de determinar se uma notícia é verdadeira ou falsa só lendo o conteúdo.

E vem do Google uma nova estratégia nesse sentido, com ajustes na forma em que funciona a sua famosa Busca. O objetivo é evitar que sejam mostrados conteúdos relacionados falsos, para isso implementaram melhorias técnicas na forma como funciona o ranking de busca e ferramentas para que os usuários possam dar seu feedback sobre o que estão lendo.

Vale saber que em cerca de 0,25 porcento dos casos, Google devolve informação falsa em seu buscador, e embora pareça uma porcentagem pequena, representa milhões de buscas diárias. O feedback, como mostra a imagem acima, ajuda o usuário a indicar ao Google se o conteúdo não é verdadeiro, embora não afete a posição no buscador, avisa aos moderadores para que os mesmos realizem as devidas mudanças.

Segundo o blog do Google (onde explicam em detalhes as mudanças realizadas) também implantaram sistemas que empurram conteúdos de baixa qualidade para baixo, embora não se saiba como funcionam internamente.

Estas mudanças também se aplicam às sugestões do Autocomplete, de forma que se colocarmos “quem pintou a Mona lisa” não aparecerá nenhum pintor diferente de Leonardo da Vinci no próprio campo de busca.

Saúde para o futuro

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Saúde para o futuro

Bom gostaria de dar minha visão sobre posicionamento dos atuais planos de saúde, ao meu ver posicionamento e desses  em muitas ocasiões por uma postura conservadora, onde os serviços são vendidos e consumidos de forma presente sem nenhum planejamento tanto por parte das administradoras quanto por parte dos beneficiários,  o que faz com que as organizações que trabalhem de forma muito parecidas umas com as outras sem  uma proposta de valor real para seus clientes ou para si mesmos.

E o que fazem essa administradoras podemos entender se olharmos o caso da Unimed Paulistana que deixou em  2015 cerca de 1,2 milhão de brasileiros na mão sem seu  plano saúde privado. Cerca de 64 planos de saúde encontram-se sobre intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e outras 74 operadoras encontram-se em processo de fechamento. A Unimed Paulistana encontrava-se em estado falimentar. Sua liquidação foi decretada pela ANS em função das dívidas que somam mais de R$ 263 milhões apenas em passivos tributários.

Acredito que hoje diante dos anseios de uma consolidação de posição de mercado partisse de uma ideia ou serviço que inovasse o mercado de serviços planos de saúde. E gostaria de apresentar uma ideia minha que intitulo de Saúde para Futuro , a ideia é de um plano de saúde moldado nos princípios da previdência privada onde o publico alvo seriam pessoas faixa etária  jovem , a ideia básica seria criar um novo modelo de plano de saúde onde  empresa ganhariam com captação de recursos para melhorar o setor, e os clientes ganhariam com a segurança de pagar um plano de saúde para o futuro, esta é uma ideia primaria que estou amadurecendo e ela ainda é cercada de outros detalhes que espero poder um dia apresentar, a seguir segue um modelo de negócio em sua primeira interação.